Qualquer blogueiro que, logo após criar o seu tão sonhado canal de comunicação, fica duas semanas ausente, joga o blog no total descrédito com seus leitores. Ao menos essa é a lógica. Mas, como eu sei que tenho algum crédito para queimar com os meus seguidores, leitores e amigos, me dou o direito de achar que essa ausência não foi assim tão eterna, se é que o adjetivo da eternidade aceita advérbios.
Questões gramaticais a parte, estive realmente fora do ar por duas semanas; praticamente não respondi e-mails, não participei das listas de discussão que subscrevo, não twitei e deixei este espaço praticamente abandonado. As razões, uma diretamente ligada à outra, foram a minha participação na promoção "Não Tenho Limites", promovida pela empresa de telefonia móvel Nextel, e a frustração gerada ao suspeitar que a tal promoção era, na verdade, um jogo de cartas mais que marcadas.
Depois de passar uma semana enviando e-mails e mensagens no Orkut, twitando e entrando em contato com amigos no país inteiro e até no exterior, pedindo votos para o vídeo que eu havia inscrito na promoção, ver meu vídeo liderar a votação por quase 24 horas, cair 60 posições em meia hora, recuperar posições, chegando ao segundo lugar uma hora antes do encerramento da votação e ainda assim não ser classificado entre os dez mais votados, enfim, toda essa sussessão de fatos foi frustrante e me deixou um tanto arredio para com o meu computador nessa última semana. Estava usando o PC tão somente para escutar música e assistir vídeos, ou seja, fiz dele o meu tocador e a minha TV. Mas escrever, só mesmo no trabalho, porque é a minha obrigação e gosto de cumpri-la com muito afinco.
Mas agora, já refeito de tudo isso, é hora de tocar o barco adiante. Antes porém, vocês vão conhecer os pormenores de toda a história da promoção da Nextel, porque, mesmo sendo participante e portanto tendo interesses a defender, o meu depoimento a respeito não deixa de ser uma informação jornalística, inclusive porque quero dar à empresa a oportunidade do contraditório e este blog estará à disposição da Nextel quando e se ela desejar se manifestar. Mas há mais coisas acontecendo no meu cotidiano, no Brasil e no mundo que nada têm a ver com a promoção da Nextel. Brasília completa 50 anos no dia 21, e com um governador tampão eleito indiretamente pela Câmara Legislativa. A política esquenta com a aproximação das convenções partidárias, a novela das 8 está chegando à reta final (claro que eu vou falar de televisão neste blog, não tenha dúvida!), os campeonatos regionais entram na reta final, Sílvio Santos vem aí e a copa da África talvez também venha! Enfim, como diz um amigo de longa data desde os tempos da antiga primeira série, o mundo dá uma volta todos os dias. Então vamos girar com ele!
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domingo, 18 de abril de 2010
sábado, 3 de abril de 2010
Pra começar...
A idéia de criar um blog já está na minha cabeça há muito tempo, mas eu vinha adiando, adiando, adiando... Por fim, acho que tenho uma dívida com o Manuel Carlos, autor da trama global "Viver a Vida". Se até a Luciana, personagem de Aline Moraes na novela, tem um blog, e ela nem é uma pessoa real, já era mais do que hora de eu, um jornalista que, sem falsa modéstia, acho que tenho o que dizer, ter também o meu espaço de manifestação do pensamento na Internet.
Criar a minha conta no Twitter foi mais fácil. Afinal, esse negócio de reduzir sua idéia a a 140 caracteres exige muito da mente, mas pouco dos dedos. Já o blog dá trabalho para os dois, além de aumentar a responsabilidade para com os leitores. Se no Twitter já tem gente que reclama quando ficamos sem "twitar", imagine se deixarmos o blog abandonado... Mas finalmente eu decidi sair da minha zona de conforto e botar, digamos, a boca no trombone, embora instrumentos de sopro não sejam muito da minha alçada. Então eu diria que estou pronto para mandar as baquetas nos tambores!
Enfim, acho que vamos fazer uma parceria divertida: eu escrevendo e vocês lendo e comentando. Sim, porque um blog sem comentários vira monólogo, e eu prefiro deixar os monólogos para os grandes atores do teatro.
Por falar em comentários, um programa divertidíssimo na web é dar uma passada pelo tal blog da Luciana e ver os comentários. Se Everardo Rocha, autor de "A Sociedade dos Sonhos", tivesse escrito sua tese de doutorado em 2010, ele não deixaria de lado o fenômeno causado pelo sucesso real de um blog real, mas cuja blogueira não passa de um personagem de uma telenovela. A transformação da fantasia em realidade na mente do telespectador é tamanha, que algumas pessoas dizem, nos comentários do blog, que estão rezando pela recuperação da personagem.
Ainda vou escrever com mais detalhes sobre esse fenômeno, mas, para o momento, fica o meu convite para que você deixe seu comentário aqui no blog. E, como eu existo mesmo, vocês podem torcer pela minha felicidade, que não depende do Manuel Carlos, mas do grande autor e diretor da minha vida: Deus.
Criar a minha conta no Twitter foi mais fácil. Afinal, esse negócio de reduzir sua idéia a a 140 caracteres exige muito da mente, mas pouco dos dedos. Já o blog dá trabalho para os dois, além de aumentar a responsabilidade para com os leitores. Se no Twitter já tem gente que reclama quando ficamos sem "twitar", imagine se deixarmos o blog abandonado... Mas finalmente eu decidi sair da minha zona de conforto e botar, digamos, a boca no trombone, embora instrumentos de sopro não sejam muito da minha alçada. Então eu diria que estou pronto para mandar as baquetas nos tambores!
Enfim, acho que vamos fazer uma parceria divertida: eu escrevendo e vocês lendo e comentando. Sim, porque um blog sem comentários vira monólogo, e eu prefiro deixar os monólogos para os grandes atores do teatro.
Por falar em comentários, um programa divertidíssimo na web é dar uma passada pelo tal blog da Luciana e ver os comentários. Se Everardo Rocha, autor de "A Sociedade dos Sonhos", tivesse escrito sua tese de doutorado em 2010, ele não deixaria de lado o fenômeno causado pelo sucesso real de um blog real, mas cuja blogueira não passa de um personagem de uma telenovela. A transformação da fantasia em realidade na mente do telespectador é tamanha, que algumas pessoas dizem, nos comentários do blog, que estão rezando pela recuperação da personagem.
Ainda vou escrever com mais detalhes sobre esse fenômeno, mas, para o momento, fica o meu convite para que você deixe seu comentário aqui no blog. E, como eu existo mesmo, vocês podem torcer pela minha felicidade, que não depende do Manuel Carlos, mas do grande autor e diretor da minha vida: Deus.
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